Porto – Um Chão de Palavras

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No ano em que se completa meio século de liberdade e democracia, e a pretexto dos meus trinta e cinco anos de vida literária e vinte cinco anos de publicações, convidei quarenta e três autores das Artes e das Letras – aos quais me juntei. A partir do mote, um chão de palavras, fragmento de um verso de José Carlos Ary dos Santos, um dos grandes poetas lusitanos, pedi-lhes para interpretar essoutro chão cinza, que é o Porto. Obra aglutinadora, de diferentes matizes, percorre caminhos distintos, tendo um objectivo comum: ser um tributo ao Porto. Prosa, poesia, fotografia, pintura, escultura e desenho interligam-se, numa união harmoniosa. O Porto é o ponto de não servidão; cenário de azuis, e outras cores que emergem dos textos e imagens a vincar a singularidade do burgo. É o Porto, chão de liberdade, poema mais-que-imperfeito! (José Efe, coordenador da edição).

44 autores: Raquel Patriarca, Francisco Duarte Mangas, Helder Pacheco, Fernando Soares, Augusto Baptista, Onofre Varela, Domingos da Mota, José Manuel Teixeira da Silva, Nelson Ferraz, Nuno Higino, Marília Miranda Lopes, José Queiroga, José Vaz, Conceição Lima, António F. Maia, Eugénio Mendes Pinto, José Efe, Maria João Janicas, Nassalete Miranda, Manuela Ribeiro, Júlio Roldão, Henrique Borges, Alberto Péssimo, César Príncipe, Minês Castanheira, Pereira Lopes, Tiago Salazar, Ana Sofia Rosado, Ana Biscaia, Aurelino Costa, Jorge Castelo Branco, Alexandre Teixeira Mendes, José Manuel Gomes, Maria Mamede, Paulo Moreira Lopes, Manuel Grego Leitão, Claro Oliveira, José Manuel Araújo, Joaquim Fernando Fonseca, João Pedro Mésseder, Jorge Braga, João Mascarenhas, Rosa Alice Branco, Judy Rodrigues.

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ISBN 9789893594735

FORMATO: 22,5 x 22,5cm c/badana |  68 páginas

Dezembro 2024

Autor

António F. Maia

António F. Maia nasceu a 21 de agosto de 1962 no Porto, no seio de uma família ligada ao ensino. Viveu em Aveiro onde completou o seu percurso académico. Na década de 80 inicia um percurso na indústria farmacêutica que termina em 2010. A sua obra fotográfica está profundamente ligada à cidade do Porto, que retrata literária e fotograficamente, combinando memória pessoal, observação urbana e sensibilidade estética. Publicou pela Seda Publicações / Gugol Livreiros, "Arquitetur’Arte de Bem Defender" (com Luís Reina) e "PORTO: o rosto das ruas" (com José Efe). É co-autor da antologia "Porto - Um Chão de Palavras", também uma edição da Seda Publicações / Gugol Livreiros.

Aurelino Costa

Aurelino Costa, nasceu em Argivai, Póvoa de Varzim, no ano de 1956. Poeta, diseur e advogado, publicou, entre outras, obras como "Poesia Solar" (1992), "Na Raiz do Tempo" (2000) e "Domingo no Corpo" (2013). É coautor de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

Francisco Duarte Mangas

Francisco Duarte Mangas nasceu em Rossas, Vieira do Minho, em 1960. É jornalista, poeta e ficcionista. A sua bibliografia é extensa e premiada. Foi distinguido com o Prémio Carlos de Oliveira, o Prémio Eixo Atlântico de Narrativa Galega e Portuguesa e o Grande Prémio de Literatura ITF, entre outros. É o atual presidente da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. É coautor de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

João Mascarenhas

João Mascarenhas Engenheiro e investigador científico, usa a maior parte do seu tempo disponível como autor e divulgador de Banda Desenhada e ilustração, actividade em que tem sido premiado internacionalmente. A sua personagem (e seu alter ego) O Menino Triste é publicada desde 2001, contando já com 4 livros. Outro trabalho seu, “Butterfly Chronicles”, uma BD de ficção científica foi criada para suportes digitais de leitura. Tem sido exposto em vários continentes, participado em inúmeros projectos e editado vários fanzines, o último dos quais – BDLP – em conjunto com o Olindomar Estúdio de Angola. O BDLP (que conta com a participação de autores dos países da CPLP) venceu o Prémio Nacional de BD do Festival Internacional AmadoraBD 2013 na categoria “Fanzine”, e o Troféu HQ MIX 2014, no Brasil, na categoria “Destaque Língua Portuguesa”. “O Perigoso Pacifista” é o mais recente trabalho em BD, em conjunto com Paulo Vaz de Carvalho, que relata histórias da vida de Adriano Correia de Oliveira, e que se integra nas comemorações Adriano80. Ilustrou, para a Seda Publicações, o livro "Lua, a gata voadora" (Maio, 2023) texto de José Efe.

João Pedro Mésseder

João Pedro Mésseder é o pseudónimo literário de José António Gomes, nascido em 1957, na cidade do Porto. É conhecido por sua poesia e literatura infantojuvenil, tendo recebido vários prémios literários ao longo de sua carreira, incluindo o Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho e o Prémio Bissaya Barreto. É investigador e Professor Coordenador de Literatura na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Doutorado em Literatura Portuguesa do século XX pela Universidade Nova de Lisboa, publicou diversos estudos nos âmbitos da História e da Crítica Literária. É coautor de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

Joaquim Fernando Fonseca

Joaquim Fernando Fonseca nasceu em Balazar, Póvoa de Varzim. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Clássicas e Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Publicou Portograal (2006), A minha língua é a dos Rolling Stones (2011) e Carmina Urbana (2025). Participou em Antologia da Moderna Poética Portuguesa (2013) e em Porto - Um Chão de Palavras (2024).

Jorge Braga

Jorge Braga nasceu na cidade de Esposende no ano de 1965. Cedo se destacou no mundo das letras, em particular na poesia, ganhando prémios em concursos e Jogos Florais, colaborando em revistas, jornais e programas de rádio. Numa passagem voluntária pela Força Aérea Portuguesa, colaborou com as revistas da instituição. De regresso à vida civil, voltou aos estudos e, como trabalhador-estudante, licenciou-se em Engenharioa e Gestão Industrial. Em 1991 publicou o seu primeiro livro de poemas, “Elos”, abrindo assim caminho a um novo percurso pelo mundo das letras. Publicou o seu segundo livro “Paradoxia” em 1992. Em 1994 publica “Galarim”, onde se afirma como poeta no mundo académico, sendo a sua apresentação promovida pela Universidade Lusíada. Em 1997 publicou ma obra “Excitações da Razão” e dá início a uma nova forma de escrever poesia, a crónica poética. Em 2005 publica “Plectro Inato”, uma obra poética que versa a materialidade e o intemporal na sua essência, em contraste com os valores do mundo. Já pela Versbrava Editora, publica em 2014, “Amenas Tempestades”, uma poesia interventiva, instrumento de uma crítica social, onde revela a faceta de um poeta atento ao mundo que o rodeia. Em 2016 publica um trabalho infanto-juvenil "Histórias do Tubarão Azul". Ultimamente tem-se destacado como artista plástico, em particular nna escultura. Expôs nas bienais internacionais de Gaia e Cerveira, no Carroussel du Louvre em Paris (França), no Centro Olympia em Londres (Reino Unido), no Consulado Geral do Equador em Milão, na Galeria La Pigna em Roma (ambos em Itália), além de diversos espaços e festivais em Portugal e Espanha. Já recebeu vários prémios, como a medalha de ouro em escultura pela associação internacional Artcom. Actualmente tem um escritório de assessoria às empresas na área da Contabilidade, Engenharia e Gestão. Reside e trabalha na cidade que o viu nascer: Esposende.

José Efe

José Efe: Natural de Massarelos, Porto. Professor. Publicou as seguintes obras: "No Teu Rosto Quase Ileso" (edição de autor, Porto, 1999), "Fenda Acesa" (Famalicão: Quasi, 2001), "Seiva Rugosa" (Lisboa: Edições Tema, 2006), "Porto Sem Filtro" (Rio Tinto: Mosaico de Palavras, 2011), "13 Sonetos Ilustrados e Sete Incursões Estéticas" (Porto: Ín-Líbrís, 2013), "Exaltação do Azul Evocando Raul Brandão" (Rio Tinto: Mosaico de Palavras, 2014),"+ Porto" (Porto: Seda Publicações, 2016), "Tempo Suspenso" (Porto: Seda Publicações, 2017). "IN PICO" (Porto: Ín-Líbrís/Paim Bookhouse Gallery, 2019), "Sorrisos de Pedra" (Porto: Seda Publicações, 20219). Participou ainda nas antologias: "Um Grito por Timor" (Porto: Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto [AJHLP]/INATEL, 1999), "A Casa dos Sonhos" (Coimbra: Fundação Byssaia Barreto, 2003), "Começar de Novo" (Porto: AJHLP, 2004), "Bonita, a Mona Lisa Marrana?" (Lisboa: Edições Incomunidade & Uriel da Costa, 2011), "A Arte pela Escrita Cinco, Seis, Sete e Oito" (Rio Tinto: Mosaico de Palavras/EscritArtes, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), "PORTO: A TORRE DA CIDADE nos 250 anos da Torre dos Clérigos" (Porto: Afrontamento, 2013), "Casas no Norte de Portugal" (Porto: Seda Publicações, 2015), "Colectânea Galeria Vieira Portuense" (Porto: Corpos Editora, 2015 e 2016), "Cinco Lágrimas por Alepo" (Braga: Poesia, 2017). Tem textos poéticos publicados em Jornais, Revistas e Catálogos de pintura. Integrou, de 2000 a 2008, os corpos directivos da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Académico Correspondente da (ALA) Academia de Letras e Artes de Portugal.

Judy Rodrigues

Judy Rodrigues nasceu em Londres e passou a sua infância na Ilha de Wight. Como pintora trabalhou em contextos contemporâneos com incidência nas áreas da poética da diáspora e do meio-ambiente. Trabalha a partir do seu estúdio em Spike Island, Bristol, RU e a sua obra faz parte de colecções públicas, privadas, nacionais e internacionais. Residências artísticas e exposições recentes, incluem: 2010: Foi candidata elegível ao subsídio da European Association of Jewish Culture pelo trabalho ‘A Sephardic Journey’, completado após uma residência artística em Mértola, Portugal. 2014/2015: Recebeu uma residência para pesquisa no Ventnor Botanic Garden, Ilha de Wight atribuída pelo Arts Council England. 2016: Trabalhos selecionados da Residência no Botanic Garden foram incluídos no livro ‘Draping the Sky for a Snowfall’ de Julian Wolfreys, Triarchy Publishing 2016 [Poesia/Fenomenologia] 2016/2017: Residência artística no Dimbola Lodge Museum, Freshwater, Ilha de Wight, trabalhando com o arquivo e património de Dimbola, enquanto casa e workshop da fotógrafa vitoriana Julia Margaret Cameron. 2017: exposição ‘Two Stories, galeria Olympus Gallery, Dimbola Lodge, baseada na natureza da Ilha enquanto ‘lugar’ no romance de D.H. Lawrence O Intruso e nos romances de Virgínia Woolf Ao Farol e As Ondas. Pinturas e desenhos seus ilustram as edições da Seda Publicações: "Sorrisos de Pedra", colectivo de autores, e "Voz da Natureza - Haikus" de José Efe.

Maria Mamede

Maria Mamede, pseudónimo literário de Maria do Céu Silva Fernandes, nasceu no ano de 1947 em S. Mamede de Infesta. Vive atualmente na cidade da Maia. Desde 1977, editou 22 livros de Poesia, 1 livro de contos, 1 livro infantil-juvenil e 1 Estudo Linguístico e Etnográfico. Traduziu do castelhano o livro de contos e poemas “Azul” de Rúben Dario, obra de referência do modernismo Hispano-Americano e, do galego, “Poemas à Flor da Pele”, de Carmen Muñoz Fernandez. O seu nome está incluído no “Dicionário das Escritoras Portuguesas dos Primórdios à Actualidade” editado na Ilha Santa Catarina, Brasil. É sócia fundadora da AICEM – Associação do Idioma e Culturas em Português. Em 2024 foi-lhe um Voto de Louvor / Prestígio, por distinção literária, pela Junta de Freguesia de Águas Santas, onde reside. Tem a seguinte obra publicada: “Desencontros”, 1977 (poesia); “Uma mão cheia de nada”, 1978 (poesia); “Palavras gastas”, 1994 (poesia); “Retratos”, 1999 (poesia); “Pelas letras do alfabeto”, 2001 (poesia); “Banalidades”, 2003 (poesia); “Memórias da minha gente”, 2004 (contos); “Poemas Maiatos”, 2004 (poesia); “Lume”, 2006 (poesia); “Quem sabe amanhã será Primavera”(1), 2008 (poesia); “Da água toda”, 2010 (poesia); “Bicharoquices”, 2011 (poesia infanto-juvenil); “E por falar em olhos”, 2011 (poesia); “Por amor às palavras”, 2012 (poesia/audiolivro); “Sensualidades”, 2013 (poesia) “Quando já não estiveres”, 2014 (poesia) “45 cartas a um amor que não há”, 2015 (poesia); “Cartilha”, 2015 (poesia) “Quantas cores tem o amor”(2), 2016 (poesia) “A casa silente”, 2017 (poesia) “D’outrora”, 2018 (Estudo Linguístico e Etnográfico); “Tanto Mar”, 2019 (poesia; Prémio Literário Santos Lessa 2019); “Os Amantes”, 2021 (poesia); “Tudo o que temos é o instante” 2022 (poesia); “Voar é preciso - Poemário em 3 partes” 2024 (poesia) (1) Em parceria com Albino Santos. (2) Em parceria com Victor Hugo Freitas.

Marília Miranda Lopes

Marília Miranda Lopes nasceu no Porto, a 22 de maio de 1969. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade da cidade onde nasceu. É professora de Língua Portuguesa do Ensino Secundário e formadora pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua nas áreas das Didáticas Específicas e das Oficinas de Escrita - Poesia e Teatro. Foi bolseira dos Serviços de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, ao abrigo do programa "Dramaturgia Portuguesa". É autora de canções para a infância que integram vários projetos de animação do livro e da leitura, apresentados em auditórios, bibliotecas e escolas. Escreveu "Framboesas" (Teatro, 1996), "Geometria " (poesia, 1998), "O Escudo Invisível" (conto da antologia "Histórias Tiradas da Gaveta " edições Tellus); "Maria da Silva, pastora e rainha" (peça ainda inédita, representada pela Filandorra - Teatro do Nordeste; 2002); "O Reino Verde de Buttery" (Conto inédito dramatizado pela Filandorra, em 1996) "Templo" (poesia, coleção Tellus, nº10; 2003); "Duendouro" Era uma vez um rio (Teatro, 2007 - Edições Afrontamento - livro incluído no Plano Nacional de Leitura), "Aqua" (conto, 2012 - incluído na antologia Pegadas com autores portugueses e espanhóis - de A Porta Verde do Sétimo Andar) e "Castas" (Poesia, 2012 - Cadernos Q de Vien de A Porta Verde do Sétimo Andar - Galiza, Espanha). Tem participado, com poesia, ficção e crítica literária, e algumas revistas e antologias (Portugal, Espanha, África e Brasil. Publicou: "Os Electrões Também Devem Ter Alma", Editora Exclamação, 11-2021; "Procura a Ática", Editora Labirinto, 12-2020; "Victorianas", Labirinto de Letras 04-2015. É coautora de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

Nassalete Miranda

Nassalete Miranda é jornalista, coordenadora de edição, professora e editora com vasta experiência na área da comunicação. Foi responsável pela criação da redação do Porto da Rádio Comercial, dirigiu o jornal "O Primeiro de Janeiro" e a "Revista Rostos", além de fundar o jornal cultural "As Artes Entre As Letras". Coordenou várias publicações, entre as quais, "Eugénia de Carvalho: Escultura de Corpo Inteiro" e "10 Anos: As Artes Entre As Letras".

Nelson Ferraz

Nelson Ferraz nasceu no Porto em 1952. Colaborador, nos anos setenta, do Jornal “Notícias de Chaves”. Colaborador, nos anos oitenta, da revista “Espaço Aberto” do GCDT do BESCL. Colaborador nos cadernos “Pinguim Poesia em Pó” e em “Nem só de Gin vive o Pinguim”, Apuro Edições. Colaboração nos Jornais “Correio do Douro” e “Gondomar Actual”. Cronista dos Jornais “Maia Hoje” e “Gondomar Económico”. Colaborador residente no blogue “A Viagem dos Argonautas”, desde 2018. Livros de Poesia: “Ternura”, 1977, edição de autor; “Sintomas”, 1978, edição de autor; “Coisas do Tempo”, 1999, edição do SBN; “As Palavras Côncavas”, 2003, Editora Ausência; “não me ganhas”, 2012, edium editores; “Estou-te nas tintas”, 2014, Versbrava (Seda Publicações); “pois”, 2015, Versbrava (Seda Publicações); “Os Cordões Desapertados”, 2016, Seda Publicações; “cheio. sem açúcar.”, 2017, Seda Publicações; “homãe”, 2019, Seda Publicações; “As Sílabas Marginais”, 2021, Seda Publicações; “À procura de um pássaro que não arda”, 2023, Seda Publicações; “Restos de Silêncio”,2023, Seda Publicações. Livros em Prosa: “À esquerda de deus”, 2004, Editora Ausência; “O Coleccionador de Bugigangas”, 2008, edição de autor. Livro Infanto-Juvenil“lápis” (ilustrado por Onofre Varela), 2024, Seda Publicações. Participações“Língua Portuguesa”, 9.º ano escolaridade, 2000, Porto Editora; “Aula Viva”, Literatura Portuguesa, 10.º ano, 2004, Porto Editora; “Ajudar faz bem”, 120 anos da Associação das Escolas JMJ do Monte Pedral, 2023.; Antologias/Colectâneas“Além do Arco-Íris”, Antologia Poética, 1989, edição GCDT do BESCL; “100 anos Federico Garcia Lorca” – Homenagem dos Poetas Portugueses, Antologia, 1998, Universitária Editora; “Novíssimos”, Colectânea de Poesia, 2004, Editora Ausência; “Aurora de Poetas”, Colectânea de Poesia, 2008, Campo das Letras; “II Antologia das Noites de Poesia em Vermoim”, 2009, edição J. F. Vermoim; “Folhinha Poética” - Antologia Poética, 2013, Rio de Janeiro, (Brasil); “Colectânea de Poetas Maiatos”, 2013, Versbrava Editora; “Zalala 2015”, Antologia de poesia, contos e crónicas, 2015, CEMD Edições; “Mangwana”, Agenda 2016, 2015, CEMD Edições; “Fluxo-Revista de Criação Literária”, 2016; “Mangwana”, Agenda 2017, 2016, CEMD Edições; “Cinco Lágrimas por Alepo”, Poesia, 2017; “O Fumo dos Dias”, fotografia de Luís Carvalhido, 2017, Seda Publicações; “IV Antologia das Noites de Poesia em Vermoim”, 2017, edição F. Cidade da Maia; “Antologia Poesia Portuguesa 2013-2018” (bilingue), 2018, Editorial Novembro; “V Antologia das Noites de Poesia em Vermoim”, 2024, edição F. Cidade da Maia; “As Alterações Climáticas e a Paz”, IX Congresso do IFLAC-World Peace, Colectânea, 2024 (Brasil); “Poetas d’hoje/Liberdade”, 2025, Grupo de Poesia da Beira Ria|Aveiro. Reconhecimento Literário: 1.º Prémio no “Concurso de Quadras de S. Valentim” da Poetria/Poesia & Teatro, 2011; 1.º Prémio no “Concurso de Quadras Populares de S. Pedro da Afurada”, 2016; Menção Honrosa no Concurso de Textos de Amor/Manuel António Pina, (Museu Nacional da Imprensa), 2018; 1.º Prémio no Concurso Textos de Amor/Manuel António Pina, (Museu Nacional da Imprensa), 2019; 2.º lugar no Prémio Internacional Pena de Ouro (Brasil), 2020; 1.º lugar no XIX Concurso "Fritz Teixeira de Salles" de Poesia (Brasil), 2021; 3.º Prémio no Concurso Textos de Amor/Manuel António Pina, (Museu Nacional da Imprensa), 2021; Semifinalista no Prémio Internacional Pena de Ouro (Brasil), 2021; Voto de Louvor/Prestígio, por distinção literária, Junta de Freguesia de Águas Santas, 2022; Grande Prémio no "Concurso Ásia Literária 2023", Poesia, (Língua Portuguesa), 2023; Vencedor Prémio Literário Santos Lessa 2023; Grande Prémio no “Concurso Ásia Literária 2024”, Poesia, (Língua Portuguesa), 2024; Voto de Louvor/Prestígio, por distinção literária, Junta de Freguesia de Águas Santas, 2025. É membro da APE (Associação Portuguesa de Escritores) desde 1978 e sócio da AJHLP (Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto).

Nuno Higino

Nuno Higino nasceu a 16 de Julho de 1960 em Felgueiras. Entre 1988 e 2001 foi pároco em Marco de Canaveses, período durante o qual foi construída a igreja de Santa Maria com projecto de Álvaro Siza. Em 2001 foi estudar Filosofia. Em 2003 matriculou-se num programa de doutoramento em Madrid na Faculdade de Filosofia da Universidade Complutense. Na sua investigação, concluída em 2007, procurou interpretar os desenhos de Álvaro Siza a partir de Jacques Derrida. Actualmente é professor de Sociologia na Universidade Fernando Pessoa, investigador do Centro de Estudos Portugueses da Universidade Católica – Porto e membro da Associação Casa da Arquitectura. Renunciou ao sacerdócio em 2004. Tem vários títulos publicados na área da poesia e da literatura infanto-juvenil. É coautor de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

Onofre Varela

Onofre Varela nasceu no Porto em 1944. Estudou Pintura e seguiu uma carreira de Designer Gráfico em litografias e agências de publicidade antes de entrar nos jornais como ilustrador, cartunista e caricaturista em 1970 como colaborador eventual, e a tempo inteiro desde 1978 até 2000. Em três décadas de trabalho jornalístico passou pelas redacções de todos os jornais diários sediados no Porto, terminando a carreira profissional por conta de outrem no Jornal de Notícias. Continua a produzir textos e cartunes para a imprensa regional como freelancer. Em 2000 dedicou-se ao teatro como actor, tendo recebido formação no TEP (Teatro Experimental do Porto) e actuado no palco do Teatro Sá da Bandeira (Porto). Sentiu curiosidade pelo fenómeno religioso quando cumpriu serviço militar no norte de Angola (1965-1968), interessando-se pela Antropologia Religiosa. No regresso da guerra estudou-a como autodidacta, e só depois se declarou ateu. Escreveu o seu primeiro livro sobre ateísmo em 2007: O Peter Pan Não Existe. Posteriormente, O Homem Criou Deus - Reflexões e um Ateu, numa primeira edição pela edium editores (Dezembro 2011) e numa em segunda edição, revista e aumentada, pela Seda Publicações (Junho de 2024).
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Rosa Alice Branco

Rosa Alice Branco nasceu em Aveiro em 1950. Reconhecida internacionalmente, tem a sua poesia publicada em inúmeros países, tanto em livros como em revistas literárias. Participa regularmente em Festivais Internacionais de Poesia, tendo representado Portugal no Poetry Parnassus Festival, em Londres (2012). Venceu diversos prémios internacionais, entre eles o Prémio Espiral Maior de Poesia, em 2008, com Gado do Senhor (& etc), cuja versão em inglês foi considerada, pela The Chicago Review of Books, como um dos 12 melhores livros de Poesia dos USA, de 2016. A par com a atividade literária, Rosa Alice Branco tem um doutoramento em Filosofia Contemporânea, dedica-se profissionalmente à Neuropsicologia da Perceção e à Estética, sendo dois dos seus livros de ensaio dedicados à perceção nas artes: O que falta ao mundo para ser quadro e, no Brasil, A condição secreta do visível. É tradutora, investigadora e promotora cultural. É coautora de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).

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