Pedro Almeida Maia é um autor português nascido em 1979 na cidade de Ponta Delgada. É psicólogo organizacional e do trabalho, mestre em Work, Organizational and Personnel Psychology pela Universidade de Coimbra e pela Universidade de Barcelona. O seu trabalho mais recente, A Força das Sentenças (2023), foi distinguido com o Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes, por unanimidade, “pela atualidade do tema, pela originalidade, pela criatividade e pela linguagem metafórica”. Tem sido considerado “uma novela de particular interesse para a literatura e para a neurociência” (Víctor Rui Dores, Diário Insular). O romance A Escrava Açoriana (2022) inspirou a peça de dança Açorada pelo 37.25 Núcleo de Artes Performativas e tem sido agraciado pela crítica como “uma narrativa de grande fôlego” (Onésimo Teotónio Almeida) ou “um romance soberbo e bastante original” (Telmo R. Nunes) com “uma escrita vibrante, irónica, visual e às vezes remota nos seus açorianismos ocasionais” (João de Melo). Ilha-América (2020) foi considerado “mais um grande romance a enriquecer a literatura açoriana” (Santos Narciso, Atlântico Expresso) e um “romance fundamental do nosso cânone, da nossa História” (Vamberto Freitas, Açoriano Oriental). Começou o percurso literário a escrever para música, a partir de 1996, atividade que ainda persiste. Iniciou-se na crónica em 2011 com a rubrica dedicada às artes “Pavilhão Auricular” no semanário Terra Nostra, seguindo-se a sátira de “Cronicista” no jornal faialense Fazendo e “Recursos dos Humanos” no Açoriano Oriental, continuando a contribuir para outros jornais nacionais e estrangeiros, como o Portuguese Times. Em 2024, escreveu descrições mensais de pinturas de Cristina Troufa para a Descendências Magazine, pela iniciativa “Obras de Capa”. Estreou-se no romance em 2012, com o policial Bom Tempo no Canal, seguindo-se Capítulo 41 em 2013, o drama Nove Estações em 2014, a ficção científica A Viagem de Juno em 2019, Ilha-América em 2020, A Escrava Açoriana em 2022 e A Força das Sentenças em 2023.

Venceu os prémios literários Letras em Movimento (2010), Discover Azores (2014) e Manuel Teixeira Gomes (2023). Foi selecionado para a Mostra LabJovem (2014), para a Antologia de Contos do Centro de Estudos Mário Cláudio (2018) e para a Nova Antologia de Autores Açorianos (2023). Tem poemas traduzidos para inglês, e muitos dos seus livros estão no Plano Regional de Leitura dos Açores. Foi considerado Escritor do Ano em 2014, pelo jornal Correio dos Açores, e em 2024, pela Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia, além de considerado “uma respeitável voz da nova literatura destas ilhas” (Onésimo Teotónio Almeida, Diário de Notícias), “junto dos melhores escritores portugueses contemporâneos” (Telmo R. Nunes, Portuguese Times), “o mais cinematográfico dos escritores açorianos” (Víctor Rui Dores, Diário Insular) e “no centro deste furacão literário que certamente marcará a literatura açoriana do século XXI” (Miguel Real, Jornal de Letras). (informação recolhida da página do autor almeidamaia.com

É coautor de "Sorrisos de Pedra, 31 variações sobre desenhos de Judy Rodrigues" (Seda Publicações, dezembro de 2021).