Carmen Muñoz
Maria del Carmén Muñoz, com raízes e ascendência andaluza, nasceu numa pequena vila do sul da província de Cáceres, Estremadura Espanhola. Com 16 anos começou a sentir curiosidade por conhecer mais além de sua terra, o que a levou a viver, por breves períodos, em lugares como Barcelona, Madrid, Palma de Maiorca e Lanzarote. Finalmente assentou na Galiza, a sua segunda casa, partilhando também uma natural afeição a Portugal. Reside actualmente em Malpica, Corunha. A paixão pela escrita, retomada há uns anos, faz parte da sua identidade. As pessoas, a natureza, a justiça e a injustiça e os caminhos trilhados ao longo da vida, formam para ela uma inesgotável fonte de inspiração. A autora é Graduada em secundária da ESO é monitora sócio-cultural; tem Certificado em língua Galega e é diplomada em Apitidão Empresarial Agrícola.
Publicou: 2012 Renacer; 2012 Antologia "Palabras entre el Centeno" org. Centro de Estudos Poéticos de Madrid (como co-autora); 2014 "20 Poemas em Remanso" poemário bilingue Castelhano-Galego, inspirados em fotografias de Pereira Lopes; 2015 “Sobre o rosto do corpo” de Álvaro Giesta (como tradutora). Pela Seda Publicações / Gugol Livreiros publicou o poemário bilingue, espanhol-português, Poemas a flor de pel / Poemas à flor da pele, traduzido por Maria Mamede.
Maria Mamede
Maria Mamede, pseudónimo literário de Maria do Céu Silva Fernandes, nasceu no ano de 1947 em S. Mamede de Infesta. Vive atualmente na cidade da Maia. Desde 1977, editou 22 livros de Poesia, 1 livro de contos, 1 livro infantil-juvenil e 1 Estudo Linguístico e Etnográfico. Traduziu do castelhano o livro de contos e poemas “Azul”
de Rúben Dario, obra de referência do modernismo Hispano-Americano e, do galego, “Poemas à Flor da Pele”, de Carmen Muñoz Fernandez. O seu nome está incluído no “Dicionário das Escritoras Portuguesas dos Primórdios à Actualidade” editado na
Ilha Santa Catarina, Brasil. É sócia fundadora da AICEM – Associação do Idioma e
Culturas em Português. Em 2024 foi-lhe um Voto de Louvor / Prestígio, por distinção literária, pela Junta de Freguesia de Águas Santas, onde reside.
Tem a seguinte obra publicada:
“Desencontros”, 1977 (poesia);
“Uma mão cheia de nada”, 1978 (poesia);
“Palavras gastas”, 1994 (poesia);
“Retratos”, 1999 (poesia);
“Pelas letras do alfabeto”, 2001 (poesia);
“Banalidades”, 2003 (poesia);
“Memórias da minha gente”, 2004 (contos);
“Poemas Maiatos”, 2004 (poesia);
“Lume”, 2006 (poesia);
“Quem sabe amanhã será Primavera”(1), 2008 (poesia);
“Da água toda”, 2010 (poesia);
“Bicharoquices”, 2011 (poesia infanto-juvenil);
“E por falar em olhos”, 2011 (poesia);
“Por amor às palavras”, 2012 (poesia/audiolivro);
“Sensualidades”, 2013 (poesia)
“Quando já não estiveres”, 2014 (poesia)
“45 cartas a um amor que não há”, 2015 (poesia);
“Cartilha”, 2015 (poesia)
“Quantas cores tem o amor”(2), 2016 (poesia)
“A casa silente”, 2017 (poesia)
“D’outrora”, 2018 (Estudo Linguístico e Etnográfico);
“Tanto Mar”, 2019
(poesia; Prémio Literário Santos Lessa 2019);
“Os Amantes”, 2021 (poesia);
“Tudo o que temos é o instante” 2022 (poesia);
“Voar é preciso - Poemário em 3 partes” 2024 (poesia)
(1) Em parceria com Albino Santos.
(2) Em parceria com Victor Hugo Freitas.