Braga – Briga de Espadas

12,00

Situada no palco da imensa tragédia do fim da Segunda Grande Guerra, a autora (re)cria no romance “Braga- Briga de Espadas” personagens – tipo de grande referência que fazem parte da nossa memória colectiva, como o brasileiro de torna viagem, queimado da pele e do fígado, que procura a “inocência” – ao tempo, era ainda um tipo social bem conhecido; as coloridas disputas nas “Brazileiras” rondadas pelo “bufo”, para o bem e o mal; o filão de volfrâmio que foi posto ao léu, em terras de Vila-Verde, esse milagre tão verdadeiro quanto corruptor de consciências e costumes, encarnado nos garimpeiros do ouro negro, como os que noutros figurantes e expressos em distinta linguagem, foram retratados em “Volfrâmio” por mestre Aquilino. E, claro, as trapaças e tresvarios que Pluto sempre traz consigo no odre da abundância e que são neste romance merecidamente objecto de fulminante cautério.

Autor

Maria Adelina Vieira

"Maria Adelina M. Vieira, nasceu na Casa das Eiras, freguesia de Duas-Igrejas, Vila-Verde. Reside em Braga. É licenciada em Filologia Românica pela Universidade do Porto, Mestre em Linguística Histórica pela Universidade Católica e Doutorada e Pós-Doutorada em Estética e Sociologia do Conhecimento pela Universidade Fernando Pessoa, Porto. Publicou as seguintes obras: Poesia: “Pó de Argila. Pé de Rosa” (1992); “Um Corpo. Um Cosmos” (1995); “Do Tempo que Tudo Mede” (2004). Prosa: “Sete Segredos de Giniceu” (1993); “Contos de Riso e Siso” (2000), Antologia de Contos de Humor em parceria com Maria Ondina Braga e Silva Pereira. Ensaio: “Arte Poética - Dom, Descrença e Desafio - Sá de Miranda, Horácio e Sophia M. Breyner” (2008); “Árvore - Conhecimento e Unidade: Uma visão Interdisciplinar entre Arte e Ciência” (2011); “Arte Poética - Perpetuum Mobile” (2011); “Maria Ondina Braga - Em Busca de Um Centro” (2017)."