A Complexidade das Coisas Banais

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A poesia á a arte suprema da palavra onde o poeta reconfigura um mundo no mundo do leitor ora com a inércia dos dias, ora com a incandescência dos seus sonhos imbuídos de paixão como se comprova neste “A COMPLEXIDADE DAS COISAS BANAIS”. Enquanto campo imagético ela estimula o sonho, uma via para alcançar o inatingível. A linguagem metafórica transporta o leitor para um mundo de vivências e emoções numa complexa procura do Tu numa simbiose com elementos naturais, numa cumplicidade suprema com o delírio das madrugadas, o mundo do sonho. (…) ALBINO SANTOS é o Poeta de eleição na vertente sensual do Amor. Ele é a voz do poema em constante estado encantatório por esse Tu, uma chama onde o poema permanece em incandescência. Contorna e burila a linguagem com a sofisticação do requinte metafórico para que o Amor nos chegue em “estado puro” o que só é possível pelo seu conhecimento literário e arte poética. (do prefácio de Manuela Barroso)

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A COMPLEXIDADE DAS COISAS BANAIS”
Nos caminhos da vida, deixamos “Passos, traços e laços”, marcas invisíveis que o tempo não apaga. Caminhamos “Entre margens”, tentando equilibrar-nos entre o que fomos e o que queremos ser, enquanto a alma, sedenta de luz, recolhe no silêncio “Gotas de Luz”, pequenas centelhas de eternidade. No intervalo dos dias, ouvimos um “Diálogo de sombras”, sussurros que nos falam do que ficou por dizer. Mas a poesia, essa, não se cala… Ela ergue-se, abre janelas na noite e inventa auroras. Porque “Madrugada sem fronteiras” é aquela que nasce dentro de nós, quando o sonho resiste e o verso floresce. “Quem sabe amanhã será Primavera”, e o vento trará consigo os cheiros da esperança. Há sempre tempo para “A evocação do teu nome”, para relembrar as vozes que moldaram os nossos dias. A brisa toca-nos “Nos leves dedos de um vento”, sussurrando segredos de mundos distantes. Mas “Onde fica o longe?” Será na saudade, no infinito dos olhares que não se voltaram a cruzar? Ou estará dentro de nós, num lugar onde a poesia se transforma em abrigo? Talvez seja num “Poliedro” de emoções, de versos que se multiplicam em faces de significado, onde cada aresta espelha uma nova perspectiva sobre a vida e a arte. Porque a poesia também é geometria da alma, um jogo de luz e sombra que molda os sentimentos em formas infinitas. Há quem viva com os pés no chão, mas há os que carregam “Alma de pássaro”, os que sabem que a liberdade não tem fronteiras e que cada palavra escrita pode ser um voo. Hoje, 29/03, sob “A incandescência dos astros”, mais um livro teu nasce, Albino. E nele, voltamos a descobrir “A COMPLEXIDADE DAS COISAS BANAIS”, aquilo que parece simples, mas que guarda dentro de si o mistério da vida. Porque na tua poesia, até o banal se torna extraordinário! (composição de Libânia Madureira utilizando títulos das obras de Albino Santos)

REF: GU3594759 Categorias: , Etiquetas: ,

formato 15×23 cm | 64 páginas

ISBN: 9789893594759

Março, 2025

Autor

Albino Santos

Albino Santos nasceu em Rio Tinto, concelho de Gondomar, distrito do Porto, onde vive. Publicou o seu primeiro livro de poesia em 2003. Tem poemas seus integrando várias antologias poéticas, bem como artigos de opinião publicados em diversos jornais e revistas. Participante activo em diversas iniciativas literárias e certames poéticos de âmbito nacional, onde obteve vários prémios e distinguido com várias Menções Honrosas, sendo de assinalar o 2º lugar (Menção Honrosa) no Concurso Nacional de Poesia Fânzeres/2014. Destaca-se ainda a sua participação na IV Edição de Poesia Luso-Galaica, onde foi distinguido com Menção de Honra e Mérito. A qualidade da sua poesia sublinhada pela crítica, “foi-se consolidando, através da riqueza e pluralidade da sus expressão poética, sendo já um valor seguro no panorama literário”, conforme sublinhou Manuel António Pina na apresentação de uma das suas obras. Possui um blogue de Autor que convida a visitar em: http://as-polyedro.blogspot.comOBRAS PUBLICADAS: Passos, traços e laços /2003 Entre margens / 2004 Gotas de luz / 2005 Diálogo de sombras / 2006 Madrugada sem fronteiras / 2008 (Seda Publicações) Quem sabe amanhã será Primavera / 2008 (Em co-autoria com Maria Mamede) (Seda Publicações), A evocação do teu nome / 2010 Nos leves dedos de um vento / 2011 Onde fica o longe / 2013 Alma de pássaro / 2016 A incandescência dos astros / 2018, (Seda Publicações) Poliedro /2022 (Seda Publicações),  A Complexidade das Coisas Banais /2025 (Seda Publicações) e Uma -boca num lugar sem data / 2025, (Seda Publicações). Participou e foi um dos organizadores da Antologia Proximidades, Autores de Gondomar, 2025, (Seda Publicações).