Esta casa caiada de poemas e outras palavras já ditas

15,00

Esta Casa Caiada ergue-se como abrigo e promessa — um lugar onde as palavras já ditas continuam a nascer, a florescer, a permanecer. E talvez seja isso mesmo — uma casa. Uma casa feita de vozes, de silêncios férteis, de emoções que se reconhecem. Uma casa onde cada verso acendeu uma luz suave, como ao entardecer nas aldeias da alma, onde tudo é simples e essencial. Bucólico no sentir, profundo no eco, infinito na memória. (Libânia Madureira)

Há neste livro uma sensibilidade que não grita, mas sussurra, e uma força que não se impõe, mas orienta. Esta obra é feita de inquietações serenas, de lucidez emocionada e de uma humanidade tão rara como necessária. A autora escreve como quem escuta as coisas que não se dizem, e oferece-nos esses silêncios traduzidos, depurados e tingidos com as cores da sua alma. (Carlos Pedro de Vasconcelos)

Este livro é uma espécie de relatório emocional com rimas e sem rimas. É a exaltação do amor em todas as suas versões. É de alguém que sente que escrever é um modo de existir com mais intensidade e, considero eu, uma partilha pejada de generosidade. (…)  A poesia da Aida escapa e volta quando quer, para nos humanizar. É como um gato com acesso à varanda… (Isabel Araújo)

ISBN: 9789893661178

14×22,5cm – 200 páginas

Seda Publicações, Viseu, março de 2026

Autor

Aida Araújo Duarte

Aida Araújo Duarte nasceu em Arnóia, Celorico de Basto. Reside no Porto. Licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra, foi professora do Ensino Secundário, em Braga e no Porto, durante 38 anos. Publicou: "A Filha da Montanha e do Vento", contos, 2013; "Limpidez Ausente", poesia, 2015; "As Sandálias da Lucinda", romance, 2014, "Das Ameias Voam Sonhos", romance. Publicou o estudo "Villa de Basto - Estudo Linguístico e Etnográfico". Traduziu: "Les Roses", "As Rosas", Rainer Maria Rilke, para Seda Publicações, 2014; "Terre des Hommes", "Terra dos Homens", Antoine de Saint-Exupery, para Seda Publicações, 2015